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Black Friday 2022: veja 5 golpes para ficar de olho e como se proteger

Por Thaisi Carvalho, para o TechTudo

17/11/2022 00h01  Atualizado há um dia


Com a chegada da Black Friday 2022, é preciso tomar alguns cuidados antes de comprar algum produto na Internet. Isso porque, durante o evento promocional, é comum que criminosos criem sites fictícios e promoções falsas para enganar usuários desatentos. Assim, eles podem roubar informações pessoais das vítimas e até mesmo senhas de cartões de crédito. A boa notícia é que algumas práticas, como checar a URL dos sites e prestar atenção a e-mails ou mensagens suspeitas, podem te impedir de cair nos golpes. Na lista abaixo, o TechTudo selecionou cinco dicas para você se proteger e comprar com segurança na Black Friday 2022.

Saiba quais são os cinco golpes mais comuns na Black Friday e veja como se proteger — Foto: Reprodução/Getty Images

Saiba quais são os cinco golpes mais comuns na Black Friday e veja como se proteger — Foto: Reprodução/Getty Images

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1. Preço pela "metade do dobro”

 

Um dos golpes mais comuns da Black Friday é o preço pela “metade do dobro”. Nele, os lojistas dobram o valor dos produtos um tempo antes de anunciar a promoção de 50% de desconto. No final, o preço continua o mesmo, o que faz com que esse golpe seja popularmente conhecido como “Black Fraude”. Apesar de ser bastante conhecida entre os consumidores, essa prática ainda é muito relatada pelos usuários no site Reclame Aqui.

Para evitar ser alvo dessa fraude, os consumidores podem utilizar comparadores de preços - como ZoomCompare TechTudoBuscapé e JáCotei, por exemplo. Essas ferramentas são úteis pois costumam utilizar um histórico que mostra a variação de preços dos produtos. Assim, é possível saber se de fato há desconto no item. As plataformas ainda contam com outros recursos que auxiliam na economia, como a possibilidade de criar um alerta quando o valor baixar.

Zoom é um comparador de preços que pode ajudar a identificar descontos falsos na Black Friday — Foto: Thaisi Carvalho/TechTudo

Zoom é um comparador de preços que pode ajudar a identificar descontos falsos na Black Friday — Foto: Thaisi Carvalho/TechTudo

 

2. Sites falsos

 

Outra ameaça bastante comum no evento promocional são os sites falsos. Essas páginas são criadas por criminosos e costumam imitar e-commerces famosos com o intuito de enganar os usuários e roubar informações pessoais e dados dos cartões de crédito. Embora sejam réplicas normalmente bem feitas, é possível verificar se um site é falso de algumas formas, como prestando atenção a erros de digitação no domínio, por exemplo. A presença de letras duplicadas e muitos números costumam ser um alerta de falsificação. Terminações suspeitas na URL, como ".biz" e ".net", também são sinais de fraude.

Além disso, sites seguros possuem o cadeado HTTPS, um indicador de que a troca entre o site e o dispositivo do cliente está protegida por criptografia. Isso significa que há segurança na transmissão de dados confidenciais, como número de cartão de crédito e senha. Portanto, certifique-se de que o site possui esse ícone de cadeado na barra de endereço antes de comprar. Além disso, as lojas verdadeiras também costumam apresentar selos de segurança no rodapé da página, como McAfee, SiteLock e Norton Security. Para confirmar a veracidade, toque nos ícones e veja se você será redirecionado para a página dessas empresas.

Site falso utiliza marca da Michael Kors para enganar vítimas na Black Friday — Foto: Reprodução/Check Point Research

Site falso utiliza marca da Michael Kors para enganar vítimas na Black Friday — Foto: Reprodução/Check Point Research

Outro ponto importante a ser analisado é a presença de informações básicas, exigidas pelo decreto nº 7.962/2013, que regulamenta o Código de Defesa do Consumidor. É necessário que lojas online apresentem CNPJ, razão social, telefone, e-mail ou formulário de contato e endereço da sede da empresa. Essas informações precisam estar localizadas no topo ou no final da página, de forma clara e direta.

 

3. Golpe da compra falsa ou do erro no pagamento

 

Esse golpe ocorre quando criminosos fingem ser representantes de lojas online e mandam e-mail para as vítimas na finalidade de roubar seus dados. Os golpistas costumam sugerir problemas na compra, ou ainda falta de alguma informação que impediria a aquisição. Em muitas vezes, eles criam um senso de urgência, alegando que os usuários precisam alterar esses dados o mais rápido possível para não perderem o pedido.

Outra forma de capturar a atenção das vítimas é com o envio de e-mails de confirmação de compra falsa. Ao receber a notificação, o consumidor acredita que houve um erro, pois não realizou o pedido. Geralmente, a mensagem contém um link que irá redirecionar o usuário para um site falso, em que ele deve depositar informações confidenciais. Como as mensagens carregam um tom de urgência, os fraudulentos esperam que as vítimas reajam imediatamente, informando dados bancários e pessoais de modo rápido e fácil.

Golpe do erro no pagamento é uma forma de capturar dados pessoais e informações bancárias — Foto: Reprodução/TechTudo

Golpe do erro no pagamento é uma forma de capturar dados pessoais e informações bancárias — Foto: Reprodução/TechTudo

 

4. Phishing no WhatsApp e SMS

 

Os golpistas aproveitam a Black Friday para compartilhar links atrativos, com "promoções imperdíveis" e até mesmo ofertas em que o cliente supostamente poderia levar o item de graça. Os cibercriminosos encaminham as mensagens falsas e chamativas para os usuários no WhatsApp, ou por SMS, para roubar dados pessoais e estratégicos.

Devido ao sucesso e à popularidade do evento promocional, os usuários tendem a ficar mais propensos a clicar em links de descontos. Porém, é importante prestar atenção caso receba uma mensagem não solicitada junto com um link desconhecido, já que ele pode ser parte de um golpe. Mesmo que o layout e a URL sejam semelhantes às lojas oficiais, os fraudulentos cativam os usuários para capturar dados e disseminar malwares e softwares danosos.

Golpe no WhatsApp e no SMS usa descontos falsos para enganar usuários e capturar dados — Foto: Reprodução/PSafe

Golpe no WhatsApp e no SMS usa descontos falsos para enganar usuários e capturar dados — Foto: Reprodução/PSafe

Uma boa opção é utilizar um verificador de links para confirmar a autenticidade das promoções - além de verificar nos sites oficiais das marcas se de fato há alguma campanha acontecendo. Para verificar links, basta entrar em "https://www.psafe.com/dfndr-lab/pt-br/" (sem aspas) e colar o endereço recebido. Em seguida, o site dará o parecer sobre a segurança da informação colada.

 

5. Golpes com Pix

 

Mais uma fraude na qual os usuários devem prestar atenção na Black Friday é o golpe do Pix. Para atrair vítimas e chamar a atenção, os criminosos fazem promessas falsas, como oferecer dinheiro extra ou desconto acumulado caso os consumidores optem por essa forma de pagamento. Como a transação ocorre instantaneamente, as vítimas a realizam antes mesmo de perceber que se trata de um golpe.

Para se proteger, não faça pagamentos via Pix (nem cartão de crédito) a partir de links enviados por SMS ou WhatsApp, para evitar cair no golpe do phishing. Além disso, certifique-se de realizar o pagamento na mesma plataforma do e-commerce, e desconfie se o site solicitar que a compra seja finalizada em uma página externa, ou que peça para o cliente receber a chave do Pix no WhatsApp.

Golpe do Pix é uma fraude comum na Black Friday — Foto: Marcela Franco/TechTudo

Golpe do Pix é uma fraude comum na Black Friday — Foto: Marcela Franco/TechTudo





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